Resenha: A Menina Que Roubava Livros

A primeira vez que li A Menina Que Roubava Livros (Markus Zusak) foi no final de 2008, em meio à preparativos para me mudar pros EUA. Me encantei tanto com a história narrada pela Morte que diversas vezes ignorei o apelo de meus familiares e amigos para me juntar a eles em suas conversas, preferindo saber a história de Liesel Meminger. Esse é um fato triste, eu sei, mas se você começar a ler sobre a ladra de livros, aposto que também se encantará a ponto de não conseguir descansar enquanto não souber o desfecho.

Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler

Minha autora de cabeceira: Meg Cabot

Olááá,

Essa é a nossa coluna semanal “Meu Autor de Cabeceira”, ou como eu coloquei no título, “Minha autora de cabeceira”, já que na minha estreia eu só poderia ter escolhido uma pessoa: MEG CABOT!

Descobri várias coisinhas legais que eu não sabia durante a minha pesquisa…

Meg escreveu todos os seus livros na cama e diz que a melhor coisa de ser uma escritora é que ela pode vestir seus pijamas no trabalho.

Meu autor de cabeceira: Sir Arthur Conan Doyle

É muito comum que uma pessoa amante de leitura tenha um “livro de cabeceira”, aquela obra favorita que nunca sai de perto e que sempre gostamos de folhear de vez em quando, para nos distrair ou meramente para matar as saudades da nossa história favorita.

Bem, por trás das histórias existem os autores. Ao nos apegarmos a uma história, consequentemente saímos à procura de alguma outra história relacionada à primeira. Se não encontramos, ou não existe, vamos procurar outras obras do mesmo autor, ou procurar saber um pouco mais sobre sua vida.

Todos os problemas se tornam infantis depois de explicados.

Resenha: Quem é Você, Alasca?

Após ter terminado o melhor livro que li até agora nesse ano, tento me lembrar do motivo pelo qual comprei Quem é Você, Alasca? (título original e muito mais interessante Looking for Alaska) e não consigo me decidir. Ele estava na lista de livros recomendados de acordo com minhas compras passadas, e sua capa, ah sua capa me chamou a atenção. Uma vela. A fumaça. E então eu li a sinopse e soube que precisaria ler, precisaria saber o que era antes, o que viria depois e o que aconteceu para mudar tudo.

Se pessoas fossem chuva, eu seria uma garoa e ela um furacão

Resenha: Eu Sou o Número Quatro

Nove crianças são mandadas às pressas para a Terra com seus guardiões após a invasão de seu planeta natal, Lorien. A cada criança é dado um número, o que impede que elas sejam mortas fora de ordem caso vivam separadas. Ao chegar na Terra, cada uma das crianças segue para lugares diferentes com seus respectivos guardiões e elas nunca mais se vêem enquanto crescem tentando escapar dos Mogadorians – raça que destruiu Lorien e agora está na Terra.

Três estão mortos. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo.