Resenha: Os pequenos homens livres

Os pequenos homens livres, de Terry Pratchett, foi o primeiro livro do ano, o que significa que comecei o ano com uma leitura deveras divertida.

O livro é uma história do Discworld, ainda que não faça parte da série, assim como O fabuloso Mauricio e seus roedores letrados. Conta a história de Tiffany Dolorida, uma futura bruxa de nove anos, que tem seu irmãozinho roubado pela Rainha e precisa ir busca-lo. Para isso conta com a ajuda dos impagáveis Nac Mac Feegle, os pequenos homens livres.

Parece uma historinha boba, mas está longe de ser isso. Tiffany é uma das personagens mais carismáticas que já encontrei. Ela é corajosa, determinada e com um bom senso enorme. Armada com apenas um sapo e uma frigideira, ela enfrenta a possível colisão entre sonhos e realidade para trazer seu irmão mais novo de volta. E não por que ela sinta sua falta, mas por que o moleque é seu irmão e como ousa a Rainha das Fadas roubar algo que é seu?

Os Nac Mac Feegle, os homenzinhos azuis que a ajudam nessa empreitada são divertidíssimos. Smurfs do mau. Eles são pequenos, azuis, brigões, encrenqueiros, ladrões e beberrões.

Terry Pratchett lança mão de uma narrativa intrigante, fazendo com que a gente entre na síndrome do “só mais uma página”. Ou seja, você não para enquanto não termina. Você sempre quer saber mais um pouquinho. Uma leitura leve e divertida, propícia para as férias.

 

Ficha Técnica

Título: Os pequenos homens livres (Wee Free Men)
Autor: Terry Pratchett
Editora: Conrad
Páginas: 262
Avaliação: 5/5 estrelas

4 respostas em “Resenha: Os pequenos homens livres

  1. Smurfs do mau! hahaha Imagine só eles cantando a musiquinha com o papai Smurf, numa versão maligna!
    Parece mesmo mto divertido, Mi! Vc me passou os outros do Discworld em e-book, quero me aventurar neles.
    (mas se quiser mandar esse tb, aceito! hahahah)

    • Luluzinha, esse é o único que AINDA não tenho em e-book. Mas assim que conseguir, te envio. Ou te empresto para ler em Julho.😉

    • Ele não tem absolutamente nada haver com HP. Nem de longe lembra. As bruxas do Pratchett são muito diferentes, e bem anteriores aos bruxos da JK. Existe uma menção a uma escola de bruxas, que me pareceu uma homenagem, mas a escola sequer aparece. Acho que é um livro interessante para fãs de HP justamente pelo fato de sair completamente do universo criado pela Rowling. O universo de Disworld é completamente diferente. E olha que eu sou uma fã ardorosa de HP. Então, fica a sugestão.😉

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